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Mentor da morte do rapper Tupac é condenado a 40 anos e família encara assassino no tribunal

Três décadas depois do crime que silenciou uma das maiores vozes do rap, a Justiça de Nevada encerrou o caso. Duane “Keffe D” Davis, de 63 anos, foi condenado na terça-feira (13) a uma pena de 40 anos até prisão perpétua por orquestrar o assassinato de Tupac Shakur , morto a tiros em Las Vegas, em 1996.

Cheryl A. Guerrero / Los Angeles Times

A sentença fecha um processo que chegou ao veredito em 31 de agosto, quando um júri do condado de Clark considerou Davis culpado de homicídio com uso de arma de fogo. A decisão veio poucos dias antes dos 30 anos do ataque que tirou a vida do cantor aos 25 anos, no auge da carreira.

Antes de anunciar a sentença, a juíza Carli Kierny se dirigiu ao réu, que reagiu com frieza no tribunal. “Você não tem o direito de tirar um homem de sua família, de tirar a própria vida dele, todo o futuro dele, e simplesmente seguir em frente. Ainda mais quando esse homem é Tupac Shakur”, disse.

Para a magistrada, o mundo “nunca esqueceu” o artista e sua morte, e Davis enfim iria “encarar a justiça” pelo que fez.

Mais cedo, os irmãos de Tupac, Sekyiwa Shakur e Maurice Shakur, pediram à juíza a punição máxima, a prisão perpétua. “O impacto do assassinato do meu irmão foi devastador, de partir o coração e triste, para mim, para minha família e para a nação de fãs e pessoas que amavam o Pac”, disse Maurice.

Segurando as lágrimas, Sekyiwa defendeu o rigor máximo. “Eu acredito mesmo que, quando você tira uma vida assim, você merece cada minuto, cada minuto, da maior punição possível, tempo para sentar e refletir sobre o que fez a este mundo”, disse.

Ela também relembrou o irmão, a quem definiu como uma “figura paterna”. “Ele tinha tanta promessa, intenções de um mundo melhor para o nosso povo, tinha planos e manifestos”, contou. “Ele é muito mais do que violência de rua.”

Para a acusação, o crime foi uma retaliação. Horas antes, o grupo que acompanhava Tupac teria agredido Orlando “Baby Lane” Anderson, sobrinho de Davis, no hotel MGM Grand, depois de uma luta de Mike Tyson, em 7 de setembro de 1996.

Anderson era ligado à facção South Side Compton Crips, enquanto Suge Knight, então presidente da gravadora Death Row Records, tinha vínculos com os Bloods. Knight dirigia o carro em que o rapper estava e ficou ferido no ataque. O rapper não resistiu e morreu seis dias depois.

O caso passou 30 anos sem solução, até a prisão de Davis, em setembro de 2023, o primeiro grande avanço da investigação. No julgamento, o promotor Binu Palal apresentou as próprias palavras do réu como prova: declarações públicas, uma entrevista sigilosa a autoridades em 2008 e o livro de memórias lançado em 2019, “Compton Street Legend”.

A defesa seguiu caminho oposto. O advogado Michael Sanft descreveu o cliente como um contador de histórias cujas afirmações sobre o caso não mereciam crédito. “Ele nunca foi acusado por nada do que disse naquele período, e isso porque sabiam que era tudo invenção”, afirmou. Sanft afirmou que pretende recorrer da condenação.

Mulher é indiciada após atirar contra mansão da cantora Rihanna com família da artista dentro

Uma mulher da Flórida foi formalmente indiciada pela Justiça da Califórnia sob a acusação de ter disparado contra a mansão da cantora Rihanna , em Beverly Hills, enquanto a artista, o rapper A$AP Rocky e os três filhos do casal estavam dentro do imóvel.

Reprodução / Volusia County Florida

Ivanna Lisette Ortiz, de 36 anos, fonoaudióloga de Orlando, teve a denúncia tornada pública no dia 30 de setembro. Ela responde por uma acusação de tentativa de homicídio, dez de agressão com arma de assalto e três de disparo contra residência habitada, segundo a Promotoria do Condado de Los Angeles.

Segundo a promotoria, Ortiz chegou à propriedade pouco depois das 13h de 8 de março e efetuou vários disparos com um rifle de estilo AR. A suspeita também teria atirado contra a casa vizinha, onde havia duas pessoas.

Além da cantora e do marido, estavam no imóvel as três crianças do casal, a mãe de Rihanna e dois funcionários. Ninguém foi atingido pelos tiros, mas fontes disseram à revista People que a artista ficou profundamente abalada.

“Toda pessoa merece se sentir segura dentro e ao redor da própria casa”, disse o promotor-chefe do condado, Nathan J. Hochman, em comunicado. “Atirar contra uma casa ocupada é um crime grave e violento, imprudente e perigoso. Foi pura sorte, e não contenção, que ninguém tenha sido morto ou ferido.”

O motivo do ataque segue indefinido. Antes dos disparos, Ivanna havia publicado mensagens enigmáticas no Facebook que pareciam se referir à cantora. Em uma delas, de 23 de fevereiro, escreveu: “Fale comigo diretamente em vez de ficar rondando como se estivesse falando comigo.”

Após o ataque, a suspeita fugiu e foi detida depois em Sherman Oaks. Em março, ela se declarou inocente. Na última terça-feira, 29, um juiz a considerou mentalmente apta a ser julgada, segundo o Los Angeles Times.

Se condenada, a acusada pode pegar até prisão perpétua. Uma audiência preliminar está marcada para 29 de outubro, e ela permanece detida sob fiança de 2,65 milhões de dólares.

Ameaça de morte a cantor Chico Buarque vira caso de polícia no Rio

Uma ameaça de morte publicada na internet levou o cantor Chico Buarque a acionar a Polícia Civil do Rio de Janeiro. A defesa do artista, de 82 anos, apresentou uma notícia-crime à Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI) e pediu a abertura de inquérito para identificar o autor do comentário.

Foto: Divulgação

A mensagem foi deixada nos comentários de uma publicação da Folha de S. Paulo, que tratava de um ato político realizado em Copacabana, em apoio a candidaturas da esquerda ligadas ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e que contou com a presença de Chico.

No comentário, atribuído a um médico residente em Minas Gerais, o autor afirmou que “adoraria abreviar a vida” do artista. À frente da representação, os advogados Maíra Fernandes e João Vicente Tinoco pedem que as autoridades investiguem a autoria e as circunstâncias da publicação.

“Um indivíduo valeu-se de espaço público para comentários de um dos jornais de maior circulação do país para declarar que ‘adoraria abreviar a vida’ de um homem de 82, em razão de suas posições políticas”, disse o advogado João Vicente Tinoco após a apresentação da denúncia

A Folha de S. Paulo removeu o comentário do ar por entender que a publicação contrariava as regras de participação dos leitores. A remoção, porém, não encerrou o caso, que segue sob apuração das autoridades responsáveis por crimes cometidos no ambiente digital.

Esposa de Rick posta mensagem de fé durante buscas por helicóptero desaparecido

Geralda Helena, esposa do cantor Rick, da dupla sertaneja Rick & Renner , recorreu à fé para enfrentar o desaparecimento do esposo. A publicação foi feita na manhã dessa terça-feira (22), enquanto seguem as buscas pela aeronave que sumiu na Serra Catarinense.

Foto: Reprodução /Redes sociais

Nos Stories do Instagram, ela postou uma imagem da série bíblica “The Chosen” com uma mensagem de esperança: “Surgirá um testemunho tão grande que será impossível dizer que não foi Deus”.

Rick estava a bordo de um helicóptero que desapareceu na região serrana de Santa Catarina. Na aeronave também viajava o empresário e palestrante Bruno Avelar, responsável pelo projeto “O Poder do Network”.

Casado com Geralda Helena há mais de 40 anos, o artista é pai de Mônica e Victor Henrique. O cantor também é avô de três netos: Mateus, filho de Mônica, e Isabela e Mariana, filhas de Victor Henrique.

As buscas já passam das 12 horas. O primeiro chamado foi registrado às 16h30 de segunda-feira (21), e o quartel de Urubici do Corpo de Bombeiros de Santa Catarina recebeu reforços de outras unidades para ampliar a operação nesta terça.

Segundo informações do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina, “a operação concentra-se em dois pontos, distantes cerca de 30 quilômetros um do outro: o local onde a aeronave supostamente caiu e o ponto onde foi registrado o último sinal de celular de um dos tripulantes”.

O helicóptero decolou da região da Costa Esmeralda, em Porto Belo, e tinha São Joaquim como destino. O tempo chuvoso dificultou o trabalho de busca nas primeiras horas, mas, após um alerta de frente fria da Defesa Civil, a terça-feira amanheceu sem chuva na serra.

Nas redes sociais, a produção da dupla publicou um comunicado:

“Informamos que, neste momento, seguimos aguardando informações oficiais sobre a localização da aeronave e de todos os seus ocupantes. As equipes responsáveis pelas buscas seguem mobilizadas e acompanhamos cada atualização junto às autoridades competentes.

Pedimos, por respeito às famílias e a todos os envolvidos, que não sejam compartilhadas informações não confirmadas. Agradecemos profundamente todas as mensagens, orações e manifestações de carinho recebidas. Seguimos unidos em oração e com esperança”.

Padre Fábio de Melo reage após viralizar na web com roupa em show: “Look de diva pop”

O Padre Fabio de Melo, virou um dos assuntos mais comentados das redes sociais neste fim de semana. O motivo não foi um a nova musica nem uma pregação, e sim a jaqueta peluda branca que ele escolheu para subir ao palco em Franca, no interior de São Paulo.

crédito foto: Reprodução / Instagram

O look dividiu opiniões e rendeu uma enxurrada de piadas, com direito a comparações com o pelo de um urso polar. Longe de se incomodar, o sacerdote entrou na brincadeira e repostou uma publicação que ironizava o próprio look.

“O Ibama autorizou isso? Quem copiou quem?”, dizia o post compartilhado pelo Padre, que aproximava a jaqueta de um urso polar e de um cachorro da raça Samoieda.

Nos Stories, Fabio de Melo ainda matou a curiosidade de quem queria saber a origem da peça. Ele contou ter comprado a jaqueta em uma loja virtual de fast fashion, por R$ 489,20.

“A jaqueta de urso que despertou inveja no Evaristo Costa também despertou a curiosidade de muita gente de onde eu comprei e se ela é de marca. Não é, não. É uma jaqueta chinesinha, de muita qualidade, não é pesada”, disse.

Segundo o Padre, a escolha foi de última hora: ele colocou a peça na mala sem saber se encontraria frio ou calor na cidade. “Foi ótimo”, resumiu.

Na web, os comentários oscilaram entre o deboche e o elogio. “Chocada com o look de diva pop do padre Fábio de Melo”, escreveu uma internauta. “É um casaco digno de diva pop. Ele é babadeiro mesmo”, brincou outra.

Houve ainda quem defendesse o religioso para além da moda. “Independente de look ou de qualquer outra coisa, as pregações e as palavras dele já me deram muito conforto em momentos difíceis. Ele tem um dom lindo com as palavras”, afirmou uma fã.

O show aconteceu no sábado (5), dentro do Hallel, festival de música católica realizado no Parque de Exposições Fernando Costa. Mesmo com a chuva, o público aguardou o cantor, que agradeceu a presença dos fãs.

30 anos após o crime, justiça condena homem que orquestrou a morte de Rapper Tupac Shakur

Três décadas depois de um dos crimes mais emblemáticos da história do rap, a justiça dos Estados Unidos chegou a um veredito sobre a morte de Tupac Shakur . Duane “Keffe D” Davis, de 63 anos, foi considerado culpado de homicídio em primeiro grau por orquestrar o assassinato do artista.

Foto: Raymond Boyd / Getty Images

A decisão foi lida na segunda-feira, em Las Vegas, após poucas horas de deliberação do júri. Davis é o único indivíduo a responder criminalmente pelo tiroteio de 1996 podendo ser condenado à prisão perpétua sem direito a liberdade condicional.

O julgamento durou cerca de duas semanas e se apoiou, em grande parte, nas próprias declarações de Davis ao longo dos anos, feitas em entrevistas e comentários públicos sobre a noite do crime. Um júri composto por dez mulheres e seis homens ouviu duas dúzias de testemunhas da acusação e três da defesa.

Para os promotores, Davis foi o articulador do ataque. Ex-integrante de uma facção de Los Angeles, ele foi apontado como o homem que comandou o tiroteio em retaliação a uma briga ocorrida horas antes no saguão de um cassino, quando seu sobrinho foi agredido.

Ao longo das sessões, o caso também passou por episódios de forte repercussão, como o momento em que um ex detetive afirmou que Diddy teria financiado o ataque, versão que não foi comprovada no processo judicial.

O rapper foi baleado em setembro de 1996, num cruzamento de Las Vegas, quando o carro em que estava parou ao lado de outro veículo de onde partiram os disparos. O rapper resistiu por alguns dias e morreu em 13 de setembro daquele ano, aos 25 anos, no auge da carreira.

Mesmo com a vida interrompida cedo, Tupac se tornou um dos nomes mais influentes do hip hop. Faixas como “Changes” seguem como retrato de sua crítica social afiada e continuam entre as mais ouvidas de seu repertório.

Cantora MC Pipokinha é condenada por apresentação sexual diante de adolescentes

A MC Pipokinha foi condenada pela Justiça de Mato Grosso do Sul a pagar R$ 100 mil por danos morais coletivos, após um show com conteúdo sexual explícito realizada diante de adolescentes em Corumbá, no interior do estado.

Foto: Divulgação

A decisão, da 1ª Vara Cível de Corumbá, também penalizou outros quatro organizadores do evento, que devem pagar R$ 15.525 cada. Somadas, as indenizações chegam a R$ 162,1 mil, valor destinado ao Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente da cidade.

O caso remonta a 16 de fevereiro de 2023, quando Pipokinha, cujo nome verdadeiro é Doroth Helena de Sousa Alves, se apresentou em um trio elétrico montado em área aberta, durante o evento “Esquenta do Magrão”. Havia adolescentes de cerca de 14 anos no público.

Segundo as provas analisadas no processo, a artista se apresentou parcialmente despida, enquanto dançarinos simulavam atos sexuais. Como o palco ficava em local de ampla visibilidade, as cenas também podiam ser vistas por quem passava pela região e por pessoas em uma escola próxima, durante o horário de aula.

Antes da apresentação, o Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) chegou a tomar providências para verificar se a apresentação seria adequada diante da presença de menores. O Conselho Tutelar foi comunicado e os organizadores, notificados formalmente.

Depois do show, vídeos que registraram a apresentação foram encaminhados ao MPMS e passaram a integrar a apuração. Para o juiz Maurício Cleber Miglioranzi Santos, responsável pela sentença, o conteúdo ultrapassou, naquele caso, os limites da liberdade artística.

Na avaliação do magistrado, os organizadores deveriam ter adotado medidas para impedir que crianças e adolescentes fossem expostos à cena. A sentença ponderou ainda que o tipo de apresentação era previsível diante do histórico já conhecido da artista contratada.

Ao reconhecer o dano moral coletivo, a Justiça levou em conta a gravidade dos fatos, a presença de adolescentes e a exposição em espaço público. A cantora , apontada como principal responsável, ficou com a maior fatia da conta: os R$ 100 mil.

Os outros quatro envolvidos no show responderão por R$ 15.525 cada, fechando o total de R$ 162,1 mil em indenizações.

Ator Tim Curry, voz de “Sweet Transvestite” e o Pennywise de “It”, morre aos 80 anos

O ator e cantor britânico Tim Curry faleceu na última terça-feira (25), aos 80 anos, deixando uma marca que atravessa o cinema, o teatro e a música. A noticia foi divulgada pelo site TMZ, e a causa da morte não foi revelada.

Alberto E. Rodriguez/Getty Images

Para o público que cresceu ouvindo trilhas de filmes cult, Curry será sempre lembrado antes de tudo como o Dr. Frank-N-Furter, o cientista extravagante de “The Rocky Horror Show”. O papel foi escrito sob medida para ele por Richard O’Brien, que o conheceu nos bastidores do musical “Hair”.

No palco desde 1973 e no cinema a partir de 1975, ao lado de Susan Sarandon, Curry transformou em hinos de sessões da meia-noite números que canta com carisma teatral. Sua interpretação de “Sweet Transvestile” segue entre os momentos mais celebrados da obra.

Menos conhecida do grande público, a carreira musical solo do artista rendeu álbuns no fim dos anos 1970. Dela saiu “I do The Rock”, faixa de humor afiado que revelava o mesmo magnetismo que ele levava para as telas.

Nascido em 1946, em Grappenhall, na Inglaterra, Curry descobriu a paixão pela atuação ainda criança, cantando em um coral. Sua estreia profissional veio em 1968, no elenco londrino de “Hair”, produção que mudaria o rumo de sua vida ao apresentá-lo a O’Brien.

Indicado três vezes ao prêmio Tony, Tim Curry viveu anos difíceis após 2012, quando um AVC severo afetou sua mobilidade. Em 2025, publicou a autobiografia “Vagabond: A Memoir”, na qual revisitou seus 50 anos de carreira.

Integrante do BTS salva fã brasileira de assalto de um jeito inusitado. Entenda!

A foto de um ídolo do K-pop na capinha do celular foi suficiente para fazer um assaltante desistir do crime. Foi o que viveu a jovem Natali Vitoria Ramos Reis, fã do cantor Jin , do  grupo coreano BTS, em São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba.

Jin (Foto: Getty Images)

Natali, então com 21 anos, estava em um ponto de ônibus à noite, após sair de um curso, quando foi abordada por um criminoso que tomou seu celular das mãos. O desfecho, porém, foi completamente inesperado.

Ao virar o aparelho, o criminoso se deparou com uma foto de Jin fardado, registrada durante o serviço militar do cantor na Coreia do Sul. Diante da foto, ele devolveu o telefone e fugiu sem levar nada.


“Quando ele conseguiu pegar o celular da minha mão, ele virou o aparelho e ficou olhando para minha capinha, onde tem a foto. Ele deve ter pensado: ‘ih, o namorado dela é militar, não vou roubar'”, contou a jovem (via Quem).

O detalhe que confundiu o ladrão tem explicação. O cantor  foi o primeiro integrante do BTS a se alistar ao Exército sul-coreano, em dezembro de 2022, cumprindo a convocação obrigatória que vale para os homens do país. As fotos do artista uniformizado circularam amplamente entre os fãs na época.

O episódio rapidamente viralizou na web, dentro e fora do Brasil. Internautas brincaram que Jin havia se tornado um “herói” mesmo à distância, e fãs sul-coreanos celebraram o caso com mensagens como “Jin salvou o dia”.

Dias de Calvin Harris e Maroon 5 no Rock in Rio 2026 estão com ingressos esgotados

O Rock in Rio anunciou, na segunda-feira (9), que os dias 6 e 12 de setembro da edição de 2026 do festival já estão com ingressos esgotados.

Rock in Rio – Foto: Wagner Meier/Getty Images

O comunicado foi feito pelo perfil oficial do evento no Instagram, que alertou os fãs a correr e garantir lugar nos outros dias antes que esgotem também.

Entre as atrações que se apresentam nas datas esgotadas estão Calvin Harris, Black Eyed Peas, Marron 5 e Demi Lovato. O festival ainda não detalhou oficialmente a grade completa de cada dia, mas os nomes já são suficientes para explicar a alta demanda.

Para quem ainda quer ir ao evento, restam ingressos para os demais dias do festival, que acontece em setembro no Parque Olímpico, no Rio de Janeiro.

Os ingressos para o Rock in Rio 2026 são vendidos exclusivamente pelo site oficial do festival e pela plataforma parceira Itaú. Não há previsão de novas entradas para as datas esgotadas.