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Slash revela que Guns N’ Roses vai trocar a estrada pelo estúdio em 2027

A banda Guns N´Roses não vai pisar em um palco sequer em 2027. Quem entregou o plano foi Slash, em participação no programa “Trunk Nation with Eddie Trunk”, da SiriusXM: a ideia é trocar a estrada pelo estúdio e finalmente encarar a produção de músicas inéditas.

Reprodução Instagram

Segundo o relato do guitarrista, o próximo passo será organizar um acervo que anda disperso entre os integrantes.

“Temos muito material, e está tudo espalhado. Essa é uma das coisas mais difíceis: a quantidade de tempo e foco necessários para reunir todo esse material e começar a trabalhar nele”, disse Slash.

Slash não cravou data de lançamento nem garantiu que o resultado vai virar um álbum completo. A cautela faz sentido: A banda não entrega um disco de estúdio inédito desde Chinese Democracy, de 2008, projeto que levou mais de uma década para ficar pronto.

O artista também explicou por que compor na estrada é tão complicado. De acordo com ele, cada integrante tem uma rotina criativa própria, com o baixista Duff McKagan e o vocalista Axl Rose seguindo caminhos distintos, o que dificulta reunir todos no mesmo processo.

Banda Aerosmith anuncia volta aos palcos com Slash, Tom Morello, Run-DMC e mais no Hollywood Bowl

A banda Aerosmith vai voltar aos palcos. Pouco mais de dois anos depois de encerrar precocemente a sua turnê de despedida, a banda anunciou dois shows especiais no Hollywood Bowl, em Los Angeles, com uma lista de convidados de peso do rock e do rap.

Ross Halfin

A turnê “Peace Out” durou apenas três shows. Em 9 de setembro de 2023, no show em Elmont, Nova York, Steven Tyler fraturou a laringe. Em agosto de 2024, o grupo comunicou a aposentadoria dos palcos, afirmando que a recuperação completa da voz do vocalista não seria possível.

A noticia chega em um ano movimentado para o grupo, que também lamentou a morte do produtor histórico Jack Douglas, nome por trás de discos clássicos da carreira.

Agora, o roteiro muda. Batizados de “California, Dream On: Aerosmith & Friends”, as apresentações acontecem em 29 de outubro e 1º de novembro de 2026, com direção musical de Don Was. A própria banda provocou o retorno em um vídeo de Tyler trocando as letras do letreiro do Hollywood Bowl.

Os ingressos têm pré-venda para clientes Citi nos dias 8 e 9 de outubro, e a venda para o publico em geral começa em 10 de outubro, às 10h (no horário do Pacífico).

Após um ano de mistério, Pearl Jam revela seu novo baterista em apresentação surpresa

A pergunta que rondava os fãs da banda Pearl Jam  desde meados de 2025 finalmente teve resposta, e ela veio no palco. Durante um show surpresa no Ohana Festival, em Dana Point, na Califórnia, a banda apresentou ao público o músico que agora ocupa o banco da bateria.

Foto: Reprodução

O set de sexta-feira à noite estava anunciado no line-up apenas como “Eddie Vedder and Friends”, o que já alimentava a expectativa. Quando o grupo subiu ao palco e emendou em “Corduroy”, quem apareceu atrás dos tambores foi Abe Laboriel Jr., baterista que há vinte anos s acompanha Paul McCarteney em turnê

Filho do lendário baixista de estúdio Abe Laboriel, o baterista construiu uma carreira ligada a grandes nomes. Além de ser presença constante na banda de Paul McCarteney, ele já passou por turnês ao lado de Sting ,Eric Clapton e Steve Winwwood.

A relação com a banda não começou agora. Laboriel Jr. havia colaborado com Eddie Vedder no álbum solo “Earthling”, lançado pelo vocalista em 2022, o que ajuda a explicar a proximidade que o levou ao palco neste fim de semana.

Apesar da estreia, ainda não está certo se Laboriel Jr. assume a vaga em caráter permanente. Do palco, Vedder classificou a participação como algo pontual, dizendo à plateia que o baterista estava apenas “filling in tonight” (substituindo naquela noite).

O grupo volta ao mesmo Ohana Festival no domingo, para uma apresentação já confirmada como cabeça de cartaz, o único outro compromisso da banda agendado para 2026 até o momento.

Banda Nirvana se reúne no palco do VMA e Novoselic homenageia Kurt Cobain: “Ele teria amado”

Os remanescentes da banda Nirvana voltaram a dividir um palco. Na noite de domingo, 27 de setembro, Dave Grohl, Krist Novoselic e Pat Smear subiram juntos ao palco do MTV Video Music Awards, em Los Angeles, para receber o Video Vanguard Award, a honraria que a premiação reserva aos artistas que marcaram para sempre a linguagem do videoclipe.

Francis Specker/CBS

Grohl, hoje com 57 anos, e Novoselic, com 61, foram acompanhados por Pat Smear, guitarrista que rodou o mundo com a banda nos anos 1990 e segue ao lado de Grohl no Foo Fighters . Juntos, receberam o troféu Moon Person diante de uma plateia que assistia a uma montagem de clipes históricos do grupo e de imagens de arquivo do vocalista Kurt Cobain .

Novoselic foi quem discursou pela banda. “Muito obrigado aos fãs do Nirvana ao redor do mundo e a todos da MTV. Este prêmio traz de volta tantas memórias de fazer aqueles vídeos”, disse o baixista, antes de relembrar cenas que se tornaram parte da cultura pop, do caótico comício escolar aos campos de papoulas inspirados em “O Mágico de Oz”.

Na sequencia, ele creditou tudo ao vocalista morto em 1994. “As ideias para aqueles vídeos nasceram todas da visão de um dos maiores artistas de todos os tempos, Kurt Cobain. Kurt era único”, afirmou. Cobain tirou a própria vida em 5 de abril de 1994, aos 27 anos, encerrando a trajetória do Nirvana no auge.

O baixista fechou a fala explicando por que o som da banda ainda encontra ouvidos novos a cada geração. “O Nirvana continua a ressoar tão profundamente porque as pessoas ainda têm fome de autenticidade, de algo real, algo que não faz concessões. Algo que diz que está tudo bem em vir como você é”, disse, em referência a musica “Come As you Are”. E completou: “Kurt teria amado esse legado. Muito obrigado a todos.”

Quem apresentou o grupo foi Chuck D, do Public Enemy, que exaltou a coerência da banda. “Eles sempre se mantiveram fiéis à sua visão. O som deles era alto, bonito, ousadamente aberto. As letras eram poéticas, cruas e profundamente humanas”, disse o rapper. “Os videoclipes deles definiram uma era.”

U2 confirma volta ao Brasil após 9 anos e aposta em show único em SP

A espera dos fãs brasileiros do U2 está perto do fim. Depois de nove anos longe dos palcos nacionais, a banda irlandesa acertou o retorno ao Brasil em 2027, e a aposta será um único show, marcado para São Paulo.

Foto: Reprodução site Vagalume

A passagem pela capital paulista esta prevista para o fim de fevereiro ou o início de março. A vinda ao Brasil faz parte de uma sequência de apresentações pela América Latina, que deve incluir ainda Buenos Aires, na Argentina, e uma parada no Chile.

O grupo chegou a ser cotado como uma das grandes atrações do evento “Todo Mundo no Rio”, mas a confirmação aponta para um espetáculo próprio, distante do formato gratuito que vinha sendo pensado para a capital fluminense.

A última vez que a banda pisou em solo brasileiro foi em outubro de 2017, quando a turnê “The Joshua Tree Tour 2017” desembarcou por aqui. Na ocasião, a banda fez quatro apresentações no Estádio do Morumbi, em São Paulo, nos dias 19, 21, 22 e 25 daquele mês.

Sem justificativa, MTV VMA 2026 encerra categoria de “Melhor Vídeo de Rock” após quase 4 décadas

A edição de 2026 do MTV Video Music Awards (VMA) chegou com uma mudança que mexeu com os fãs do rock: a lista oficial de categorias e indicados não tem mais um prêmio dedicado ao rock. A ausência encerra uma trajetória de quase 40 anos do gênero na premiação.

Foto: Clipe de “November Rain” – Guns N’Roses / Reprodução YouTube

Segundo o site Loudwire, que procurou representantes da Paramount, dona da MTV, a companhia reconheceu o questionamento sobre o fim da categoria, mas não deu nenhuma justificativa.

A presença do som pesado na cerimônia começou em 1989, com a criação da categoria de Melhor Vídeo de Heavy Metal, cinco anos após a estreia da premiação, em 1984. O prêmio mudou de nome varias vezes ao longo do tempo, mas permaneceu como presença fixa até 2025.

Ao longo dessa história, bandas de peso levaram o troféu para casa, entre eles  Guns ‘N Roses, Aerosmith, Metallica, Korn, Limp Bizkit, Pearl Jam e Linkin Park.

Nos últimos anos, porém, a disputa vinha se afastando do rock mais bruto. Desde por volta de 2010, a lista passou a ser dominada por indicados do alt-rock e do pop-rock, com presenças recorrentes de Coldplay e Imagine Dragons , além de bandas de pop-punk. O hard rock moderno já vinha ficando de fora da votação.

Para 2026, o mais perto que o público do rock vai chegar é a categoria de Melhor Alternativo, cujos indicados também passam longe do peso tradicional do gênero. Concorrem “Taxes”, de ”Geese”; ” FIX UR FACE “, de mgk e Fred Durst; ” The Great Divide”, de Noah Kahan ; “The cure”, de Olivia Rodrigo.

A edição de 2026 do MTV VMA será realizada em 27 de setembro, com volta à região de Los Angeles pela primeira vez desde 2017, no Peacock Theater. O apresentador da noite ainda não foi divulgado.

Demitido do Slipknot após quase 3 décadas, Sid Wilson responde com recado afiado

O tecladista e DJ Sid Wilson, achou um jeito silencioso, mas certeiro, de reagir à demissão do Slipknot : bastou mexer na biografia do Instagram para deixar claro que o vínculo de quase 30 anos acabou.

Foto: Jesse Grant/Getty

O artista trocou a descrição do perfil, que antes trazia “Na gangue do Slipknot desde1997”, pelo lacônico “Slipknot 1997-2026”. O gesto veio logo depois de a banda confirmar oficialmente o desligamento, em nota publicada na sexta-feira no perfil do festival Knotfest.

No comunicado, o grupo foi direto: “A partir de agora, o Slipknot não estará mais associado a Sid Wilson”, declarou, mencionando que deseja a ele “o melhor em seus futuros projetos”.

Wilson entrou na banda em 1997, antes do disco de estreia autointitulado, de 1999, e ficou quase 30 anos no grupo. Nesse tempo, a banda cravou hinos que ajudaram a definir o peso do nu metal. 

Entre os clássicos desse período estão as musicas “Duality” e “Psychosocia, faixas que ainda dominam os shows do grupo.

Segundo o TMZ, a saída vinha sendo programada a tempo, e os companheiros de banda teriam se cansado do comportamento do músico. A própria comunicação do grupo sobre o caso foi confusa: a primeira postagem que anunciava a ruptura chegou a ser apagada.

Antes da nota oficial, o guitarrista Jim Root já havia publicado nas redes sociais uma mensagem enigmática nos stories. “Não acreditem em tudo o que leem. Pensem. Respirem. Deixem a poeira baixar por um tempo. Talvez, quem sabe, esperem até haver mais informações”, escreveu.

O baque profissional se soma a um momento pessoal turbulento. A demissão veio meses após Kelly Osbourne e Wilson encerrarem o noivado, em março. O casal namorou por quatro anos e tem um filho, Sidney, de 3 anos.

Dias após a saída da banda, Kelly,disparou um recado ácido em um story que depois apagou: “Acorde e assuma alguma responsabilidade, não vou mais aguentar isso! Cansei”, escreveu. Até agora, Wilson não se manifestou além da discreta atualização no perfil.

Banda Linkin Park anuncia “Unshatter”, documentário sobre a reinvenção da banda

A banda Linkin Park anunciou, nesta terça-feira (4), o documentário “Unshatter”, que registra a reconstrução do grupo após a morte do vocalista Chester Bennigton, em 2017. O filme estreia nos cinemas em 30 de setembro.

Foto: Divulgação / Crédito: James Minchin III

Dirigido por Joe Hahn, DJ e diretor criativo da banda, o longa trás os bastidores desde sessões de estúdio íntimas em 2022 até o lançamento do álbum “From Zero” e o show de estreia do disco, realizado em São Paulo com ingressos esgotados.

“‘Unshatter’ acompanha um momento muito particular da história da banda e documenta um caminho de perda, incerteza, amizade e reinvenção”, afirmou Hahn em comunicado. Segundo ele, a ideia é que fãs antigos vejam partes da jornada nunca reveladas e que novos ouvintes entendam como o grupo chegou até aqui.

A venda de ingressos começa em 13 de agosto, com compra antecipada para quem se cadastrar no site oficial unshattermovie.com. O anúncio foi feito pelas redes sociais da banda.

A nova formação foi apresentada em setembro de 2024, sete anos após a morte de Chester Bennington, com Emily Armstrong, da banda Dead Sara , nos vocais, e Colin Brittain na bateria. Eles se juntaram a Mike Shinoda, Brad Delson, Dave Farrell e ao próprio Hahn.

9 anos sem Chester Bennington: relembre o legado do Linkin Park

Há 9 anos, em 20 de julho de 2017, o universo da musica perdia Chester Bennington, vocalista da banda Linkin Park . O cantor morreu aos 41 anos, deixando um legado marcado por hits que definiram uma geração e por letras que abordavam abertamente depressão, trauma e saúde mental, temas que ele próprio enfrentou ao longo da vida.

Foto: Reprodução Chester Bennington

O cantor havia se tornado a voz do Linkin Park em 1999, ano de lançamento do álbum de estreia “Hybrid Theory”, que emplacou musicas como “In The End” e “Crawling”. Nos anos seguintes, a banda seguiu como uma das mais influentes do rock alternativo com músicas como “Numb”, “What I´´ve Done” e “Somerwhere I belong.

O último show de Chester com a banda aconteceu no dia 6 de julho de 2017, na Barclaycard Arena, em Birmingham, na Inglaterra, durante a turnê do álbum “One More Light”.

O repertorio daquela noite reuniu 26 músicas, misturando faixas do disco mais recente com clássicos do grupo, incluindo “In The End”, e “Numb” . O bis trouxe seis músicas, aberto por uma versão acústica de “Sharp Edges”.

Um dos momentos mais lembrados do show foi a execução de “One More Light”, faixa-título do álbum então recente, que Chester havia dedicado anteriormente na turnê às vítimas do atentado de Manchester. Meses depois de sua morte, o Linkin Park retirou a música do repertório dos shows, por ser “triste demais” para ser tocada ao vivo.

Após a morte do cantor, o Linkin Park ficou em silêncio por anos até retomar as atividades com Emily Armstrong nos vocais. Ainda assim, a voz e a presença de Bennington continuam vivas em faixas que marcaram época e seguem entre as mais ouvidas da banda até hoje.

Linkin Park chega à 7ª música no Clube do Bilhão do Spotify e só perde para a banda Queen

A banda Linkin Park acaba de entrar para um dos clubes mais disputados do streaming. A faixa “Somewhere I Belong” ultrapassou a marca de 1 bilhão de reproduções no Spotify e se tornou a sétima canção da banda americana a alcançar o feito.

Com o novo marco, o grupo de rock se isola na vice-liderança entre os artistas de rock com mais canções bilionárias na plataforma. À frente, apenas o Queen, que soma oito faixas no chamado Billions Club. No total, mais de 1.200 músicas já cruzaram essa linha no serviço.

Oa sete singles que colocaram a banda no seleto grupo são “One Step Closer”, “In The End”, “Faint”, ”Numb”, “Numb/Encore” (parceria com Jay-Z), “What I´ve Done” e a recém-chegada “Somewhere I Belong”.

Primeiro single de “Meteora” (2003), segundo álbum de estúdio do grupo, “Somewhere I Belong” fez ainda muito sucesso na Europa e na Oceania. A faixa conquistou discos de ouro na Austrália, Dinamarca, Itália e Espanha.

A musica também recebeu certificação de platina no Reino Unido e platina dupla em Portugal e na Nova Zelândia, reforçando o alcance internacional de um dos discos mais celebrados do nu metal dos anos 2000.

O desempenho recente nas plataformas mantém viva a chama de um catálogo que segue conquistando novas gerações, com clássicos como “Faint” entre os mais ouvidos da banda no streaming.

Foto : Reprodução